quarta-feira, 8 de julho de 2009

Um dia como hoje ou outro qualquer, ou para os que sabem

Desplugar, desconectar, tirar o fio da tomada.
Desligar o disjuntor, cessar a ondas elétricas.
A velocidade da luz não é vista e nem tocada, mas ali está, imponderável.
Ficar pairando nas brumas, sob fumaças de cheiro acre e lampêjo resoluto.
Deleite, válvula de escape, opção ou indecisão. Livre arbítrio.
Ás vezes, é tudo o que pode ser feito.
Com parcimônia ou desmedido.
Que seja quando necessário.
Uns galhofam...Outros submergem...
Muitos precisam e não sabem, outros renegam, alguns anseiam.
Outros subterfúgios, labirintos diversos, até o aparente banal, são caminhos.
Em órbita, todos os contornos são leves, possíveis, tangíveis.
Flashback, slow motion, flutuação de dopamina..
Apaziguante ou líquido contraste do raio X..
Nos braços de Morfeu, delírios...
Pujança de sabores, paladar...
No fundo a raça humana é hedonista
Mesmo os que carregam a culpa do profano,
Até eles o são, mesmo sem saber.

K.

Um comentário:

Samurai disse...

Karen S.!esse foi direto kokoro no mama!(como manda o coração!)Omedetô!(parabéns!)